Andando pelas cidades tenho me permitido contemplar a natureza ao meu redor e como ela subverte os espaços que o homem lhe pré-determinou a ocupar.
Observo a passagem do tempo. Há tanta beleza na força do crescimento.
Paredes e calçadas quebradas, grades sendo engolidas, o verde segue nascendo entre as brechas.
A vida tem o seu próprio fluxo e segue um ritmo oposto ao do dito desenvolvimento.